Quando o assunto é tecnologia e gestão de pessoas, o que parece ser uma realidade já consolidada, a de que softwares e ferramentas transformam positivamente o cenário, se tornando a opção principal de diversos gestores, na verdade, revela-se um campo ainda em potencial. Isso porque, de acordo com uma pesquisa conduzida pela Flash, 48% das empresas brasileiras ainda utilizam planilhas para fazer a gestão de dados corporativos. Desse total, 20% são empresas com um quadro colaborativo de mais de mil funcionários, um cenário mais do que convidativo para a utilização de novos recursos.
A pesquisa ainda demonstrou que os trâmites mais impactados pela dependência de planilhas são organograma (27%), performance (22%), data analytics (17%), folha de pagamento (17%), treinamento (16%) e ponto (15%), admissão (14%) e recrutamento (13%). A adoção de ferramentas digitais encontra entraves principalmente nas áreas de data analytics (19%), engajamento (19%), performance (12%), organograma (12%) e treinamento (10%), em que os índices representam a não utilização de recursos digitais. Ao todo, 30% das empresas entrevistadas disseram não ver necessidade de contratar softwares especializados para a gestão de processos de RH, um entrave, e tanto, à modernização e eficiência operacional.
Transformação Digital: mais fácil do que parece
Enquanto algumas empresas optam por não se modernizarem o suficiente, habituadas aos processos já enraizados nas instituições, a automatização é parte estruturante da rotina do RH. De acordo com uma pesquisa conduzida pela Sólides, 87,9% dos profissionais de RH consideram que ferramentas de inteligência artificial (IA) são aliadas ao seu trabalho, indicando, também, que a tecnologia não é inimiga dos profissionais: as ferramentas não existem para substituir ninguém, mas para direcionar a mão de obra especializada nas tarefas corretas, poupando tempo, esforço e recursos. Já segundo o relatório Human Capital Management Solutions Brazilian Report, 79% dos tomadores de decisão no país consideram as plataformas de RH extremamente importantes.
Um dos destaques é a utilização do People Analytics que, entre outros aspectos, ajuda as instituições a aprimorarem a previsão do tempo de adaptação de novos colaboradores (dados históricos permitem identificar padrões de integração, ajustando processos de onboarding conforme o perfil do novo funcionário), a elaboração de perfis comportamentais mais precisos (a análise de informações comportamentais e de performance ajuda a construir melhores modelos preditivos), a prevenção de falhas no recrutamento (dados de contratações passadas ajudam a refinar os critérios de seleção, reduzindo a taxa de turnover), bem como a redução de custos (a gestão baseada em dados otimiza investimentos em treinamento, evita contratações equivocadas e reduz despesas com rotatividade).
Outro benefício fundamental para empresas que querem apostar em maiores, e melhores, resultados é o chamado BPO, sigla para Business Process Outsourcing, ou seja, a terceirização de áreas das empresas a fim de aperfeiçoar e gerenciar determinadas ‘funções, oferecendo uma combinação de eficiência, redução de custos e foco na excelência operacional, a partir de um parceiro especializado. A terceirização de processos de RH via BPO tem se mostrado uma solução eficaz para reduzir a carga de trabalho administrativa, melhorar a eficiência e garantir conformidade legal, indo além da simples redução de custos. Empresas que optam por esse modelo frequentemente relatam melhorias na gestão do ciclo de vida dos colaboradores, aumento da satisfação dos funcionários e uma maior capacidade de atrair e reter talentos qualificados.
Os benefícios incluem, ainda, a automatização e padronização de processos, que além de reduzir a chance de erros manuais, padroniza os procedimentos em conformidade com a legislação trabalhista vigente; o desenvolvimento de talentos, em que o RH pode se concentrar em ações e campanhas mais estratégicas, como o planejamento de sucessão e programas de retenção. Além disso, as empresas passam a contar com especialistas que conhecem profundamente a legislação trabalhista, práticas de compliance e as melhores estratégias para gerenciar talentos. Isso reduz o risco de erros caros, como o descumprimento das normas trabalhistas e previdenciárias.
Outro fator é que o BPO aplicado em RH permite que as empresas possam escalonar suas operações de forma flexível, ajustando rapidamente os seus serviços para atender à nova demanda, sem a necessidade de contratação de novos funcionários ou ajustes internos onerosos.
Praticidade para a rotina empresarial, bem-estar para os colaboradores
As ferramentas tecnológicas, além de garantir que o dia a dia das empresas seja facilitado, o que por si só já seleciona melhor talentos e recursos para atividades específicas, pode ser uma estratégia e tanto na hora de cuidar do bem-estar dos colaboradores. Um exemplo é o cuidado com o Employee Experience, ou seja, o conjunto de percepções, sentimentos e experiências vividas dentro da empresa, uma espécie de radar do que está ocorrendo dentro das organizações.
Atuando como uma espécie de UX para o time interno, a prática visa assegurar o bem-estar da equipe, a partir de benefícios, oportunidades de desenvolvimento e uma cultura organizacional bem equilibrada, incluindo, por exemplo, o cuidado da saúde física, mental e financeira, programas de apoio emocional, acompanhamento psicológico, flexibilização da jornada de trabalho, programas de reconhecimento e iniciativas de integração entre equipes e, claro, um time de RH bem-preparado que ajuda a garantir retorno tanto no engajamento quanto na produtividade dos colaboradores.
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