Quantas mulheres existem no seu time? E, mais que isso, quantas assumem papéis de liderança e gestão? Em 1975, a Organização das Nações Unidas oficializou o 8 de março como o Dia Internacional das Mulheres, um marco global acerca dos direitos femininos. De lá pra cá muita coisa mudou. Entre avanços e desafios, as empresas seguem atuando para que a representatividade e o talento das mulheres encontrem espaço.
Mais que uma missão simbólica, esse é um compromisso que os Recursos Humanos devem apostar para manter não só a diversidade em pauta, mas para garantir ambientes corporativos de fato benéficos, o que acarreta, é claro, em melhores resultados tanto para o bem-estar da equipe quanto para os objetivos. De acordo com uma pesquisa conduzida pelo Sebrae, cerca de 34% das pessoas donas de negócios no Brasil são mulheres. O número, apesar de ainda tímido, representa o quanto as mulheres impactam os negócios nacionais, com ímpeto de crescer ainda mais.
Para isso, é preciso combater questões culturais como a diferença salarial em relação aos homens em cargos iguais e as menores chances de treinamento, promoção e ocupação de cargos de chefia. Segundo o estudo “Estatísticas de Gênero”, promovido pelo IBGE, a taxa de participação de mulheres na força de trabalho foi de pouco mais de 50% em 2024, enquanto a dos homens ultrapassou 70%. O estudo também revelou que as mulheres dedicam quase o dobro do tempo aos cuidados de pessoas ou afazeres domésticos na comparação com os homens.
Ao todo, cerca de 708 milhões de mulheres ao redor do mundo permanecem fora do mercado de trabalho em razão da sobrecarga com o cuidado não remunerado e da escassez de tempo disponível, de acordo com dados do Panorama de Gênero 2025, elaborado pela ONU Mulheres em parceria com o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas. O estudo também revela que as mulheres representam 29% da força de trabalho global, ocupando cerca de 14% dos postos de liderança. Já quando a análise envolve tecnologia, a pesquisa mostrou que o uso de inteligência artificial ameaça 28% dos empregos femininos, sendo que para os homens o valor é de 21%. Vale lembrar que a igualdade de gênero e o empoderamento feminino fazem parte dos objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 da ONU.
Como transformar a realidade?
Manter processos transparentes de promoção, canais efetivos de denúncia, respeito em reuniões e critérios de avaliação baseados em resultados são alguns dos caminhos para trazer o discurso da diversidade em relação à participação feminina para a prática. Mais do que ações pontuais em datas comemorativas, é importante que a organização como um todo garanta ciclos comerciais completos de práticas inclusivas.
Práticas de licença parental para além da licença maternidade, por exemplo, revelam caminhos acolhedores, retirando da parcela feminina a pressão sobre as escolhas da vida privada. Não só isso, ações que valorizem a inclusão de diferentes faixas etárias é um outro modo de garantir que a participação feminina seja cada vez mais plena. Ambientes inclusivos, vale frisar, promovem maior satisfação e engajamento entre os colaboradores.
Para isso, um funil de recrutamento, aliado às tecnologias corretas, é capaz de transformar os processos de seleção em práticas mais diversas. Além disso, promover um plano de equidade salarial, baseado em competências, entrega, eficiência e excelência profissional pode ser um excelente diferencial para a sua empresa, assim como um chamariz de bons talentos. Outro ponto é o investimento em um ambiente organizacional que valorize o bem-estar, educando os colaboradores sobre a importância da igualdade de gênero e os benefícios de um ambiente inclusivo.
Para que as ações tomadas sejam efetivas e continuem dando resultados, é preciso cuidado: avalie regularmente o progresso das iniciativas de igualdade de gênero e ajuste as estratégias conforme necessário, incluindo melhorias nos canais de denúncia e nos planos de benefícios.
Mas, é claro, no dia 8 de março, aproveite para chamar a atenção do time para a necessidade de políticas e ações que garantam um ambiente harmônico, diverso, com amplas possibilidades de crescimento e valorização profissional. Uma empresa que valoriza suas mulheres o ano inteiro, tem no dia 8 de março um diferencial, não uma exceção! Precisa de ajuda para implementar ações como essas?
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